terça-feira, outubro 16, 2007
domingo, outubro 14, 2007
Agenda de um Jogralho
Agenda de um Jogralho (de acordo com os últimos boatos):
14:00 – Acordar! Sentir a boca seca da bebedeira do dia anterior e penar pela casa, porque não tem sumo de laranja no frigorífico. Vai ter que beber cerveja.
14:32 – Beber uma cerveja acompanhada com bolachas de água e sal. ÁGUA!!?!?!??
15:02 – Vai ao B.A. (Bar da Associação), comer um hambúrguer e beber uma cerveja.
15:17 – Entra na sala do Grupo e vai à Net ver o mail.
15:45 – Telefona para casa e diz à mãe que está na sala de informática a fazer um trabalho que tem que entregar amanhã. Na verdade, vê gajas nuas na Net e lê o ComUM.
16:30 – Vai até à Universidade ver as gajas boas e beber uma cerveja.
16:44 – Contam-lhe as mais recentes novidades sobre a vida académica. Imagina desde logo, um texto, uma entrada e a próxima noite de copos.
17:30 – Encontra a Olga (bem boa) e conversa um pouco com ela, à medida que lhe vão passando pela cabeça as mais estranhas posições sexuais, possíveis de serem executadas por um humano.
18:23 – Vai para casa com uma cerveja na mão.
18:34 – Ri-se com a mais recente bacorada de George. W. Bush e engasga-se com um pedaço de pão.
19:12 - A Olga liga e diz-lhe que sai com ele esta noite. Mais pensamentos...
20:23 – Arranja um ovo estrelado e um bife com batatas fritas de pacote. Bebe 3 cervejas.
21:39 – Vai até ao B.A. e bebe um chiripiti..... dois..... e uma cerveja.
22:12 – Liga à Olga e diz-lhe que ela está a demorar. Bebe uma cerveja.
23:20 – Vê as gajas a chegar ao BA e bebe mais uma cerveja.
00:12 – Vai jogar matrecos e bebe mais uma cerveja.
00:38 – Chega a Olga.... Pensamentos....
00:39 – Conta a primeira piada e a Olga ri-se.
00:44 – Repara que a Olga, afinal veio com uma amiga gorda.
00:46 – Chama um escravo e dá-lhe uma tarefa: ver-se livre da amiga gorda.
00:55 – Escravo sai com a amiga. Caminho livre e mais pensamentos....
1:12 – Convence a Olga a ir à Discoteca. Vão no carro e apetece-lhe parar noutro sitio. Não o faz porque ela não quer...ainda.
1:43 – 3 horas na fila à espera para entrar. Boca seca, sem beijos nem cerveja.
2:45 - Vê a rapariga com quem esteve no dia anterior. Pensamentos....a três.
3:03 – Aparece um gajo qualquer, todo bêbado, a dizer que os Jograis são repelentes e repugnantes. Bate-lhe... o Jogral, claro, porque é malcriado.
3:56 – Bebe uma cerveja e conta mais umas piadas. A Olga ri-se.
4:23 – Convence a Olga a irem embora. Desvia por um caminho onde não há bófia. Chegados a casa dela, ela diz que está cansada.
4:24 – Ela ri-se... ele conta uma piada, os vidros embaciam.
4:34 – Primeira tentativa frustrada. Ela dá corte (está mesmo cansada). Ele insiste e sobem.
4:56 – XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX
5:34 – Adormece. Pensamentos....
8:23 – Acorda e vai-se embora para casa. Boca seca.
8:36 – Chega a casa e deita-se vestido. Boca seca. Adormece! ZZZzzzzz
14:00 – Acordar! Sentir a boca seca da bebedeira do dia anterior e penar pela casa, porque não tem sumo de laranja no frigorífico. Vai ter que beber cerveja.
14:32 – Beber uma cerveja acompanhada com bolachas de água e sal. ÁGUA!!?!?!??
15:02 – Vai ao B.A. (Bar da Associação), comer um hambúrguer e beber uma cerveja.
15:17 – Entra na sala do Grupo e vai à Net ver o mail.
15:45 – Telefona para casa e diz à mãe que está na sala de informática a fazer um trabalho que tem que entregar amanhã. Na verdade, vê gajas nuas na Net e lê o ComUM.
16:30 – Vai até à Universidade ver as gajas boas e beber uma cerveja.
16:44 – Contam-lhe as mais recentes novidades sobre a vida académica. Imagina desde logo, um texto, uma entrada e a próxima noite de copos.
17:30 – Encontra a Olga (bem boa) e conversa um pouco com ela, à medida que lhe vão passando pela cabeça as mais estranhas posições sexuais, possíveis de serem executadas por um humano.
18:23 – Vai para casa com uma cerveja na mão.
18:34 – Ri-se com a mais recente bacorada de George. W. Bush e engasga-se com um pedaço de pão.
19:12 - A Olga liga e diz-lhe que sai com ele esta noite. Mais pensamentos...
20:23 – Arranja um ovo estrelado e um bife com batatas fritas de pacote. Bebe 3 cervejas.
21:39 – Vai até ao B.A. e bebe um chiripiti..... dois..... e uma cerveja.
22:12 – Liga à Olga e diz-lhe que ela está a demorar. Bebe uma cerveja.
23:20 – Vê as gajas a chegar ao BA e bebe mais uma cerveja.
00:12 – Vai jogar matrecos e bebe mais uma cerveja.
00:38 – Chega a Olga.... Pensamentos....
00:39 – Conta a primeira piada e a Olga ri-se.
00:44 – Repara que a Olga, afinal veio com uma amiga gorda.
00:46 – Chama um escravo e dá-lhe uma tarefa: ver-se livre da amiga gorda.
00:55 – Escravo sai com a amiga. Caminho livre e mais pensamentos....
1:12 – Convence a Olga a ir à Discoteca. Vão no carro e apetece-lhe parar noutro sitio. Não o faz porque ela não quer...ainda.
1:43 – 3 horas na fila à espera para entrar. Boca seca, sem beijos nem cerveja.
2:45 - Vê a rapariga com quem esteve no dia anterior. Pensamentos....a três.
3:03 – Aparece um gajo qualquer, todo bêbado, a dizer que os Jograis são repelentes e repugnantes. Bate-lhe... o Jogral, claro, porque é malcriado.
3:56 – Bebe uma cerveja e conta mais umas piadas. A Olga ri-se.
4:23 – Convence a Olga a irem embora. Desvia por um caminho onde não há bófia. Chegados a casa dela, ela diz que está cansada.
4:24 – Ela ri-se... ele conta uma piada, os vidros embaciam.
4:34 – Primeira tentativa frustrada. Ela dá corte (está mesmo cansada). Ele insiste e sobem.
4:56 – XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX
5:34 – Adormece. Pensamentos....
8:23 – Acorda e vai-se embora para casa. Boca seca.
8:36 – Chega a casa e deita-se vestido. Boca seca. Adormece! ZZZzzzzz
sexta-feira, outubro 12, 2007
Nova frente de batalha...
O problema não é a opinião... mas a forma como a deram.
Podia-se apenas dizer - "Eu não gostei disto, por isto e aquilo." em vez de dizer "Eu não gostei destes inergúmenos ou desta feia, estúpida e repelente cabaça verde-canela". O problema está na forma... e pela forma demonstrada, foi perdida qualquer razão.
E vai daí... não contentes, junta-se o lobby dos que bem sabem escrever (ou não), aqui.
Resposta do Grupo:
Meu caro Sílvio,
Não quero iniciar uma nova polémica. Outros há muito mais aptos a isso que eu. No entanto deixe-me expressar as minhas ideias acerca desta sua brilhante crónica.:
1 - É curta.
2 – Parece-me que o Snr. tentou com esta peça transmitir a ideia que os anónimos, menos anónimos, quase anónimos e mesmo aqueles que não sendo concordam total ou parcialmente com as ideias expressas por eles estariam a censurar a vossa escrita. Só assim entendo o vazio da crónica e a preocupação de enfatizar o cuidado em não ser apupado, enxovalhado … etc.
3 – Perdoe a repetição do léxico mas parece-me ainda que isso se relaciona com um artigo de opinião publicado aqui sob o título “Incapazes à queima-roupa” da autoria do Snr. Hugo Torres.
4 – Assim sendo, e assumindo eu que os pressupostos estão correctos, permita-me divagar um pouco sobre a sua atitude:
O Snr não é Jornalista não é Cronista. Eventualmente pode ser jornalista ou cronista. O Snr não é Democrata. Eventualmente poderá ser um democrata da nova vaga, daqueles que acham que todos têm o direito de fazer aquilo que o Snr entende. O Snr é um cobarde.
Sinto que já terá disparado os dedos para as teclas, ofendido na sua dignidade, com uma série palavras a brotarem-lhe do cérebro e da alma preparando-se para me demonstrar o quão injusto e infeliz eu fui na escolha de palavras. Argumentará porventura que este tipo de ataques pessoais são típicos dos anti-democratas e que o seu nível quer intelectual quer educacional será demasiado baixo. Terá o Snr direito a essa opinião, e se eu me ficasse por aqui teria toda a razão. Mas peço-lhe que não esquecendo aquilo que me quereria dizer tenha a bondade e paciência para continuar a ler mais umas linhas. Procurarei justificar as duras palavras aplicadas anteriormente.
“O Snr não é Jornalista não é Cronista. Eventualmente pode ser jornalista ou cronista.”
Digo-o porque abre a sua crónica com um erro terrível. Inicia escrevendo, e passo a citar, “Este texto opinativo demonstra uma tremenda preocupação por parte do autor em não ser enxovalhado, apupado, insultado…”. Permita-me lembrar o início do artigo que referi acima, mais uma vez passo a citar “Os grupos culturais da Universidade do Minho são vergonhosos. Uma espécie de dançarinos repugnantes do lixo inconcebível aos três palmos de civilização que a testa, entretanto, plantou. Repelentes. Repelentes porque repugnantes. Desespero inqualificável, inadjectivável.”. Sejamos honestos, se isto não é enxovalhar, insultar ou apupar o que será? E o Snr não é suficientemente jornalista para o reconhecer. Nem sequer é o suficientemente cronista para discorrer sobre o tema refugiando-se na atitude infantil da birra. A sua preocupação única de aceitação é incompatível com a posição de jornalista ou cronista. Mesmo quando esta é, como no caso, irónica. Os destinatários da sua mensagem são tão díspares entre si que nunca conseguirá fazer chegar a nenhum deles o conteúdo total da sua mensagem.
“O Snr não é Democrata. Eventualmente poderá ser um democrata da nova vaga, daqueles que acham que todos têm o direito de fazer aquilo que o Snr entende.”
Desculpe não entender a razão que o leva a pensar que ao abrigo da posição de Opinionmaker ou Cronista se pode livremente achincalhar qualquer pessoa ou instituição e o mesmo não ser válido para quem comenta. Será pela diferença da linguagem empregue? É diferente eu dizer que o Snr é Burro ou o Snr. é um Ruminante Acéfalo ? Não espume ainda. Não era um insulto, era uma tentativa de rapidamente fazer sobressair a ideia. Mas o Snr. Hugo Torres não achincalhou ninguém, dirá. Fará então o favor de me permitir estes excertos: “…A Augustuna e a Azeituna são indizíveis.”, “…que agrupamento absolutamente ridículo são os Opum Dei?” ou “As tunas femininas doem…” ou ainda “…a Tun’Obebes é insuportável…”. Se as linhas que o Snr Hugo Torres produziu têm direito a ser escritas, e nisso perdoará a minha intransigência, também frases como “Quanto ao menino Hugo Torres,e sim menino porque não passa de nada mais do que isso, independentemente da idade que tiver…”
ou “Caro colega, tenho vergonha de ti! Isto é tudo muito bonito, mas só me conseguiste fazer lembrar bebés…” ou ainda “Penso que temos aqui um pseudo muito mau jornalista...a caminhar para um jornalista frustrado!” também com certeza terão. Parecem-me até menos ofensivas, se bem que teria que concordar que serão menos adjectivadas também. Terem a expectativa de publicar conteúdos online, num suporte que permite uma rápida resposta e não esperarem reacções que ocupem todo o espectro possível de respostas das mais variadas proveniências é no mínimo infantil e amador chegando no limite a ser surreal. Esperarem que não haja comentários anónimos entra directamente na mesma categoria. Parece-me que estou a ver o Engº Marques Mendes a fazer uma birra e a exigir que todos os votos sejam assinados para poder saber quem votou nele ou no Engº Sócrates. Se bem que eu não concorde com o anonimato, ele é a base da democracia em que vivemos. Ou é daqueles que assina os votos nas eleições? Aliás, perdoe a indiscrição, já tem idade para votar? Os jornalistas, cronistas e escritores em geral são os primeiros a usar pseudónimos para protegerem a sua identidade, ou para terem a liberdade de abordar diferentes áreas sem serem conotados com outras. É novidade para si isto? Eu não faço ideia se o seu nome de baptismo é Sílvio Mendes ou Jaquelino Fumaça, mas isso não altera em nada as palavras que escreveu. Não me lembro de em nenhum dos comentários alguém ter pedido para se retirar o artigo. Aquilo que o Snr sugere é que não se possa comentar, e pelo que entendi só o preocupam os comentários negativos ou menos abonatórios. Deixe ver se eu entendo, podemos comentar mas só para concordar. Podem opinar porque é uma crónica mas não podem os outros criticar porque passa a ser um ataque pessoal. Esta atitude poderia também ser considerada infantil não fora ela tão fascista no seu âmago. Meu caro Snr. Sílvio, por aqui só posso deduzir que o Snr não sabe o que é a democracia. E não estou a falar da definição do dicionário, que também tenho em casa muitos. “A nossa liberdade acaba quando começa a dos outros”. O Snr está a querer retirar liberdade aos outros, pondo a sua e a dos seus a um nível superior.
“O Snr é um cobarde.”
Apesar de se notar a sua preocupação de fazer uma birra infantil disfarçada de reacção inteligente suportada por um pensamento profundamente filosófico, não consegui ver na sua crónica um argumento válido. Para além do vazio profundo de palavras, o que dependendo da sua escrita pode ou não ser bom, introduz o conceito de “Coitadinhos de nós que não podemos escrever nada. Somo uns incompreendidos e uns injustiçados”. A profunda frase “Tenho opinião muito bem formada acerca das coisas que não existem. E, ainda assim, hesito. A realidade não me interessa muito.”, que não reconheço de nenhum lado e portanto assumo ser da sua autoria, é de tão elevada intelectualidade que um mero leitor de jornais e livros como eu não consegue atingir o significado. O Snr é um cobarde porque está pronto para lançar pedaços de nada ao mundo e espera que eles não façam ricochete e voltem. Porque não quer que opinem sobre opiniões. Porque acha que adjectivos rebuscados permitem a elaboração de conteúdos que não podem ser depois decompostos, analisados e rebatidos. O Snr é um cobarde porque só admite a liberdade de expressão unidireccional, só a quer aplicar quando serve os seus interesses ou não colide com os seus pontos de vista. O Snr não tem a coragem de apontar claramente aqueles que diz serem autores de insultos e difamação, e os levar às devidas instâncias para aí serem obrigados a responder o que seria isso sim uma verdadeira atitude democrática. O Snr não teve a coragem de silenciar as opiniões e comentários com palavras e ideias fundamentadas. Ao invés usa a ausência delas para tentar transmitir uma ideia de pseudo-intelectual demasiado elevado para poder ser entendido.
Parece-me que um artigo cheio de vazios como o seu já originou demasiadas linhas no meu. Deixe-me terminar com um convite. Esta sexta feira os alguns dos Jogralhos vão juntar-se e ter o prazer de saborear um repasto enquanto preparam a temporada que se avizinha. Está desde já convidado para se juntar a nós nessa altura, ou em qualquer outra, e expor as suas opiniões, trocar ideias, rebater argumentos ou pura e simplesmente saborear um coxa de frango assado e uma caneca de cerveja. Faça como os grupos culturais, que por essência e definição não podem existir sem dar a cara ao público
Ah, e se está com algum tipo de receio de comparecer sozinho traga como acompanhante o Snr Hugo Torres.
Isto se para tal tiver coragem claro… por Luís Vieira
N.d.r: O menino Luís Vieira, por ser uma pessoa sem vastos conhecimentos cultural e informáticos, está impedido de escrever directamente no blog. Por essa razão, eu, que sou o gajo que ainda sabe o que é um bit (que é pretérito do verbo "ber") é que tenho que trabalhar (não... não é praxe)
Podia-se apenas dizer - "Eu não gostei disto, por isto e aquilo." em vez de dizer "Eu não gostei destes inergúmenos ou desta feia, estúpida e repelente cabaça verde-canela". O problema está na forma... e pela forma demonstrada, foi perdida qualquer razão.
E vai daí... não contentes, junta-se o lobby dos que bem sabem escrever (ou não), aqui.
Resposta do Grupo:
Meu caro Sílvio,
Não quero iniciar uma nova polémica. Outros há muito mais aptos a isso que eu. No entanto deixe-me expressar as minhas ideias acerca desta sua brilhante crónica.:
1 - É curta.
2 – Parece-me que o Snr. tentou com esta peça transmitir a ideia que os anónimos, menos anónimos, quase anónimos e mesmo aqueles que não sendo concordam total ou parcialmente com as ideias expressas por eles estariam a censurar a vossa escrita. Só assim entendo o vazio da crónica e a preocupação de enfatizar o cuidado em não ser apupado, enxovalhado … etc.
3 – Perdoe a repetição do léxico mas parece-me ainda que isso se relaciona com um artigo de opinião publicado aqui sob o título “Incapazes à queima-roupa” da autoria do Snr. Hugo Torres.
4 – Assim sendo, e assumindo eu que os pressupostos estão correctos, permita-me divagar um pouco sobre a sua atitude:
O Snr não é Jornalista não é Cronista. Eventualmente pode ser jornalista ou cronista. O Snr não é Democrata. Eventualmente poderá ser um democrata da nova vaga, daqueles que acham que todos têm o direito de fazer aquilo que o Snr entende. O Snr é um cobarde.
Sinto que já terá disparado os dedos para as teclas, ofendido na sua dignidade, com uma série palavras a brotarem-lhe do cérebro e da alma preparando-se para me demonstrar o quão injusto e infeliz eu fui na escolha de palavras. Argumentará porventura que este tipo de ataques pessoais são típicos dos anti-democratas e que o seu nível quer intelectual quer educacional será demasiado baixo. Terá o Snr direito a essa opinião, e se eu me ficasse por aqui teria toda a razão. Mas peço-lhe que não esquecendo aquilo que me quereria dizer tenha a bondade e paciência para continuar a ler mais umas linhas. Procurarei justificar as duras palavras aplicadas anteriormente.
“O Snr não é Jornalista não é Cronista. Eventualmente pode ser jornalista ou cronista.”
Digo-o porque abre a sua crónica com um erro terrível. Inicia escrevendo, e passo a citar, “Este texto opinativo demonstra uma tremenda preocupação por parte do autor em não ser enxovalhado, apupado, insultado…”. Permita-me lembrar o início do artigo que referi acima, mais uma vez passo a citar “Os grupos culturais da Universidade do Minho são vergonhosos. Uma espécie de dançarinos repugnantes do lixo inconcebível aos três palmos de civilização que a testa, entretanto, plantou. Repelentes. Repelentes porque repugnantes. Desespero inqualificável, inadjectivável.”. Sejamos honestos, se isto não é enxovalhar, insultar ou apupar o que será? E o Snr não é suficientemente jornalista para o reconhecer. Nem sequer é o suficientemente cronista para discorrer sobre o tema refugiando-se na atitude infantil da birra. A sua preocupação única de aceitação é incompatível com a posição de jornalista ou cronista. Mesmo quando esta é, como no caso, irónica. Os destinatários da sua mensagem são tão díspares entre si que nunca conseguirá fazer chegar a nenhum deles o conteúdo total da sua mensagem.
“O Snr não é Democrata. Eventualmente poderá ser um democrata da nova vaga, daqueles que acham que todos têm o direito de fazer aquilo que o Snr entende.”
Desculpe não entender a razão que o leva a pensar que ao abrigo da posição de Opinionmaker ou Cronista se pode livremente achincalhar qualquer pessoa ou instituição e o mesmo não ser válido para quem comenta. Será pela diferença da linguagem empregue? É diferente eu dizer que o Snr é Burro ou o Snr. é um Ruminante Acéfalo ? Não espume ainda. Não era um insulto, era uma tentativa de rapidamente fazer sobressair a ideia. Mas o Snr. Hugo Torres não achincalhou ninguém, dirá. Fará então o favor de me permitir estes excertos: “…A Augustuna e a Azeituna são indizíveis.”, “…que agrupamento absolutamente ridículo são os Opum Dei?” ou “As tunas femininas doem…” ou ainda “…a Tun’Obebes é insuportável…”. Se as linhas que o Snr Hugo Torres produziu têm direito a ser escritas, e nisso perdoará a minha intransigência, também frases como “Quanto ao menino Hugo Torres,e sim menino porque não passa de nada mais do que isso, independentemente da idade que tiver…”
ou “Caro colega, tenho vergonha de ti! Isto é tudo muito bonito, mas só me conseguiste fazer lembrar bebés…” ou ainda “Penso que temos aqui um pseudo muito mau jornalista...a caminhar para um jornalista frustrado!” também com certeza terão. Parecem-me até menos ofensivas, se bem que teria que concordar que serão menos adjectivadas também. Terem a expectativa de publicar conteúdos online, num suporte que permite uma rápida resposta e não esperarem reacções que ocupem todo o espectro possível de respostas das mais variadas proveniências é no mínimo infantil e amador chegando no limite a ser surreal. Esperarem que não haja comentários anónimos entra directamente na mesma categoria. Parece-me que estou a ver o Engº Marques Mendes a fazer uma birra e a exigir que todos os votos sejam assinados para poder saber quem votou nele ou no Engº Sócrates. Se bem que eu não concorde com o anonimato, ele é a base da democracia em que vivemos. Ou é daqueles que assina os votos nas eleições? Aliás, perdoe a indiscrição, já tem idade para votar? Os jornalistas, cronistas e escritores em geral são os primeiros a usar pseudónimos para protegerem a sua identidade, ou para terem a liberdade de abordar diferentes áreas sem serem conotados com outras. É novidade para si isto? Eu não faço ideia se o seu nome de baptismo é Sílvio Mendes ou Jaquelino Fumaça, mas isso não altera em nada as palavras que escreveu. Não me lembro de em nenhum dos comentários alguém ter pedido para se retirar o artigo. Aquilo que o Snr sugere é que não se possa comentar, e pelo que entendi só o preocupam os comentários negativos ou menos abonatórios. Deixe ver se eu entendo, podemos comentar mas só para concordar. Podem opinar porque é uma crónica mas não podem os outros criticar porque passa a ser um ataque pessoal. Esta atitude poderia também ser considerada infantil não fora ela tão fascista no seu âmago. Meu caro Snr. Sílvio, por aqui só posso deduzir que o Snr não sabe o que é a democracia. E não estou a falar da definição do dicionário, que também tenho em casa muitos. “A nossa liberdade acaba quando começa a dos outros”. O Snr está a querer retirar liberdade aos outros, pondo a sua e a dos seus a um nível superior.
“O Snr é um cobarde.”
Apesar de se notar a sua preocupação de fazer uma birra infantil disfarçada de reacção inteligente suportada por um pensamento profundamente filosófico, não consegui ver na sua crónica um argumento válido. Para além do vazio profundo de palavras, o que dependendo da sua escrita pode ou não ser bom, introduz o conceito de “Coitadinhos de nós que não podemos escrever nada. Somo uns incompreendidos e uns injustiçados”. A profunda frase “Tenho opinião muito bem formada acerca das coisas que não existem. E, ainda assim, hesito. A realidade não me interessa muito.”, que não reconheço de nenhum lado e portanto assumo ser da sua autoria, é de tão elevada intelectualidade que um mero leitor de jornais e livros como eu não consegue atingir o significado. O Snr é um cobarde porque está pronto para lançar pedaços de nada ao mundo e espera que eles não façam ricochete e voltem. Porque não quer que opinem sobre opiniões. Porque acha que adjectivos rebuscados permitem a elaboração de conteúdos que não podem ser depois decompostos, analisados e rebatidos. O Snr é um cobarde porque só admite a liberdade de expressão unidireccional, só a quer aplicar quando serve os seus interesses ou não colide com os seus pontos de vista. O Snr não tem a coragem de apontar claramente aqueles que diz serem autores de insultos e difamação, e os levar às devidas instâncias para aí serem obrigados a responder o que seria isso sim uma verdadeira atitude democrática. O Snr não teve a coragem de silenciar as opiniões e comentários com palavras e ideias fundamentadas. Ao invés usa a ausência delas para tentar transmitir uma ideia de pseudo-intelectual demasiado elevado para poder ser entendido.
Parece-me que um artigo cheio de vazios como o seu já originou demasiadas linhas no meu. Deixe-me terminar com um convite. Esta sexta feira os alguns dos Jogralhos vão juntar-se e ter o prazer de saborear um repasto enquanto preparam a temporada que se avizinha. Está desde já convidado para se juntar a nós nessa altura, ou em qualquer outra, e expor as suas opiniões, trocar ideias, rebater argumentos ou pura e simplesmente saborear um coxa de frango assado e uma caneca de cerveja. Faça como os grupos culturais, que por essência e definição não podem existir sem dar a cara ao público
Ah, e se está com algum tipo de receio de comparecer sozinho traga como acompanhante o Snr Hugo Torres.
Isto se para tal tiver coragem claro… por Luís Vieira
N.d.r: O menino Luís Vieira, por ser uma pessoa sem vastos conhecimentos cultural e informáticos, está impedido de escrever directamente no blog. Por essa razão, eu, que sou o gajo que ainda sabe o que é um bit (que é pretérito do verbo "ber") é que tenho que trabalhar (não... não é praxe)
quinta-feira, outubro 11, 2007
Incapazes à queima-roupa: Vamos lá ver...
Sobre a opinião de Hugo Torres in ComUM... a minha sobre a dele! :)
O puto (por ordem de raciocínio1 já que os Jogralhos - o verdadeiro nome - são apenas "Meninos") pode dar a sua opinião, mas alguém comentar a dele, já é um ataque. Tamanha estupidez!!!
Mas - e esta é para o lobby que se cria à volta dos pseudo-intelectuais, onde se inclui o Menino Hugo - todos podem e devem ter opinião, mas quando a transmitirem e a divulgam tentem ser, pelo menos, JUSTOS!
As palavras utilizadas foram extremamente injustas para aqueles que há muitos anos se dedicam aos grupos académicos. O menino Hugo não deve saber que usamos do nosso precioso tempo, dinheiro e paciência. O menino Hugo não deve saber que praticamente todos os grupos actuam de graça e quando não o fazem têm alguma boa razão. O menino Hugo é muito novinho para se lembrar que durante muitos anos, os grupos não recebiam um único tostão. O menino Hugo é muito egoísta pois esquece-se que para ele ser colunista, opiniomaker, redactor e fundador de jornais e núcleos de estudos e estudantes, também precisou do mesmo tipo de subsídios que agora atira para o ar. O menino Hugo é, por isso, cego, porque o que cuspiu para o ar, também lhe caiu na testa. O menino Hugo pensava que ia para um recital de poemas, música lírica ou teatro abstracto e ficou desiludido.
O menino Hugo foi injusto, inconveniente, irracional, agressivo ao utilizar tais palavras.
Ao menino Hugo, peço desculpa (em nome de todos):
- Por não ter pago bilhete para ver o espectáculo
- Por alguns de nós terem feito alguns bons quilómetros para estarem, gratuitamente e em conjunto a fazer existir algo que ainda faz representar a UM e que.... desculpe o pequeno narcisismo, nos dá um gozo do caraças!!! (Este desabafo não se trata de qualquer analogia sexista.)
- Por os grupos académicos não serem poliglotas, menosprezando assim os seus amigos Erasmus (vê-se que, como não consegue companhia em Portugal, está a tentar a de fora) Bolas... mais uma piada sexista inconveniente!!!
- Por não possuirmos todos os mesmos gostos culturais, as mesmas opiniões e por estarmos em lados opostos da barricada.
- Por não termos o cuidado de, durante os seus "inúmeros" anos na UM, demonstrar correctamente tudo aquilo que fazemos.
- Por não correspondermos às suas expectativas e não estarmos ao seu nível intelectual.
- Por estarmos a representar a UM, incluindo o menino Hugo, e este não se cuidar de nos insultar em vez de nos ajudar a ser melhores, mais à imagem dele próprio.
- Por, porventura, a AAUM não lhe ter transmitido correctamente o cartaz presente. Para isso, reclame junto da defesa do consumidor. Exija a devolução do dinheiro do bilhete que comprou. Não se faz, porra, perdão, caramba!
Seja como for, como foi certamente o seu primeiro sarau cultural, perdão, repelente da UM, já sabe que não se mete noutra. Perdemos um espectador, é pena, mas ganhamos em auto-estima. E não se preocupe, como está no final do curso já não irá pagar mais
propinas e desta forma, não verá o seu rico dinheiro a ser direccionado para repelentes grupos culturais da UM. Pegue no seu dinheirinho e vá ver um bom espectáculo cultural ao Theatro Circo ou compre o mais recente livro de Camus. E depois comente... comente, opine, critique, pois tempo parece ser o que não lhe falta.
Nota: Não coloquei este comentário no dito local, porque isso é alimentar o menino com papas de aveia, enquanto que os seus colegas do infantário fungam de tão ranhosos que estão.
O puto (por ordem de raciocínio1 já que os Jogralhos - o verdadeiro nome - são apenas "Meninos") pode dar a sua opinião, mas alguém comentar a dele, já é um ataque. Tamanha estupidez!!!
Mas - e esta é para o lobby que se cria à volta dos pseudo-intelectuais, onde se inclui o Menino Hugo - todos podem e devem ter opinião, mas quando a transmitirem e a divulgam tentem ser, pelo menos, JUSTOS!
As palavras utilizadas foram extremamente injustas para aqueles que há muitos anos se dedicam aos grupos académicos. O menino Hugo não deve saber que usamos do nosso precioso tempo, dinheiro e paciência. O menino Hugo não deve saber que praticamente todos os grupos actuam de graça e quando não o fazem têm alguma boa razão. O menino Hugo é muito novinho para se lembrar que durante muitos anos, os grupos não recebiam um único tostão. O menino Hugo é muito egoísta pois esquece-se que para ele ser colunista, opiniomaker, redactor e fundador de jornais e núcleos de estudos e estudantes, também precisou do mesmo tipo de subsídios que agora atira para o ar. O menino Hugo é, por isso, cego, porque o que cuspiu para o ar, também lhe caiu na testa. O menino Hugo pensava que ia para um recital de poemas, música lírica ou teatro abstracto e ficou desiludido.
O menino Hugo foi injusto, inconveniente, irracional, agressivo ao utilizar tais palavras.
Ao menino Hugo, peço desculpa (em nome de todos):
- Por não ter pago bilhete para ver o espectáculo
- Por alguns de nós terem feito alguns bons quilómetros para estarem, gratuitamente e em conjunto a fazer existir algo que ainda faz representar a UM e que.... desculpe o pequeno narcisismo, nos dá um gozo do caraças!!! (Este desabafo não se trata de qualquer analogia sexista.)
- Por os grupos académicos não serem poliglotas, menosprezando assim os seus amigos Erasmus (vê-se que, como não consegue companhia em Portugal, está a tentar a de fora) Bolas... mais uma piada sexista inconveniente!!!
- Por não possuirmos todos os mesmos gostos culturais, as mesmas opiniões e por estarmos em lados opostos da barricada.
- Por não termos o cuidado de, durante os seus "inúmeros" anos na UM, demonstrar correctamente tudo aquilo que fazemos.
- Por não correspondermos às suas expectativas e não estarmos ao seu nível intelectual.
- Por estarmos a representar a UM, incluindo o menino Hugo, e este não se cuidar de nos insultar em vez de nos ajudar a ser melhores, mais à imagem dele próprio.
- Por, porventura, a AAUM não lhe ter transmitido correctamente o cartaz presente. Para isso, reclame junto da defesa do consumidor. Exija a devolução do dinheiro do bilhete que comprou. Não se faz, porra, perdão, caramba!
Seja como for, como foi certamente o seu primeiro sarau cultural, perdão, repelente da UM, já sabe que não se mete noutra. Perdemos um espectador, é pena, mas ganhamos em auto-estima. E não se preocupe, como está no final do curso já não irá pagar mais
propinas e desta forma, não verá o seu rico dinheiro a ser direccionado para repelentes grupos culturais da UM. Pegue no seu dinheirinho e vá ver um bom espectáculo cultural ao Theatro Circo ou compre o mais recente livro de Camus. E depois comente... comente, opine, critique, pois tempo parece ser o que não lhe falta.
Nota: Não coloquei este comentário no dito local, porque isso é alimentar o menino com papas de aveia, enquanto que os seus colegas do infantário fungam de tão ranhosos que estão.
Incapazes à queima-roupa - Direito a resposta
Algures num "pasquim" universitário, alguém com uma lábia prosaica, derreteu em algumas linhas uma opinião negativa sobre a participação dos Grupos Académicos da UM no "Cultiva-te", um sarau de recepção aos caloiros da UM.
Por entre inúmeras injustiças, arrogância e agressividade apresentada, surge o seguinte:
"(...)Ah, Jograis: meninos, não têm piada, não merecem um microfone, quanto mais quatro.(...)"
Para ver o conteúdo completo da narrativa, clique aqui.
Coube (não o legume) ao nosso membro que possuiu o dicionário de adjectivos mais actualizado e também o único que consegue escrever sem utilizar os 'K' e os 'X' uma resposta em jeito de Carta Aberta, que diz o seguinte:
"Ora bem,
Meu caro Hugo Torres, teria V.Excª noção da polémica que iria gerar? Com certeza que no fim de escrever o texto, ao fazer a revisão, pôr as vírgulas e assentos e essas coisas que ultrapassam o comum dos mortais sem o vasto rol de experiência cultural e artística que V.Excª possui, teria de ter consciência que iria originar reacções intensas e apaixonadas. Apaixonadas porque provêm de pessoas que têm paixão pelas suas actividades.Intensas porque a paixão é muita.
Mas penso que me estou a adiantar um bocadinho. Não quero ser acusado de anonimato e por isso, além de ter assinado este comentário, permita-me que o informe que sou membro dos Jogralhos, Grupo de Jograis da Universitários do Minho. Aqui cometeu o seu 1º erro, ao não ser capaz de pelo menos pesquisar o assunto do seu artigo. Mas garanto-lhe que não lhe levo a mal a falta de profissionalismo. O meu longo e vasto rol de experiência literária (também pessoal porque li milhares de livros, e tenho uma biblioteca com mais de dois mil títulos) já me deu a oportunidade de ler coisas bem piores.
Li algures aqui nos comentários uma comparação entre V.Excª e Miguel Esteves Cardoso, e permita-me descansa-lo. Leio MEC desde os tempos do Independente, continuando pelos seus livros fora, e posso-lhe garantir que a sua escrita é completamente diferente. Miguel escreve de forma inteligente e inteligível. É uma leitura agradável, muitas vezes irónica, e construída de forma que o comum dos mortais consegue entender mesmo que por vezes nem todos absorvam o âmago da ideia. Pode V.Excª dormir descansado que a sua escrita não padece dos mesmos males. Sugiro até que faça um favor ao MEC e lhe envie o seu dicionário de adjectivos que presumo seja uma edição revista e aumentada da que ele possui.
Agora que as minhas apresentações estão feitas deixe-me pedir-lhe perdão pela minha escrita. A minha formação é na área de Engenharia e é portanto natural que não tenha o dom natural que V.Excª demonstra. Não serei portanto capaz da riqueza estética, da complexidade estrutural, da capacidade adjectival e do puro virtuosismo que emana das suas teclas. Com certeza que será capaz de me perdoar.
É comummente bradado aos céus e anunciado aos ventos que em Portugal foi instituída uma democracia em 25 de Abril de 1974. É afirmado com orgulho que todos temos o direito de expressar as nossas opiniões se medo de sermos censurados ou castigados. E apesar de este governo se vir a esforçar para que tal passe a ser uma inverdade, continua a ser a minha convicção profunda que essa é a maior das vitórias da revolução dos cravos. Consequentemente o artigo de V.Excª é bem vindo, tal como o são o blog daquela moça que publicou agora um livro (http://atuaamiga.blogs.sapo.pt/) ou aqueles moços com cabeça rapada que removeram com certeza parte do cérebro com o cabelo (http://nazione88.blogspot.com/2007/04/portugal-hammerskins.html).
E tal como esses, são bem vindos não porque seja de um profundo interesse filosófico ou de um conteúdo crucialmente importante. São bem vindos porque demonstram que de facto existe liberdade de expressão em Portugal. E isso sim merece um Deo Gratias da nossa parte. O reverso da medalha é que teremos de suportar os maus blogs, as ideias surrerais e os artigos de opinião disparatados. Na minha mais que modesta opinião é um preço mais que aceitável. Aliás, a liberdade de expressão não tem preço. Além disso, graças a ela podemos depois opinar sobre as opiniões e comentar os comentários.
Já aqui li que teve V.Excª a coragem ou ousadia de pegar num tema polémico. Não me parece que seja necessária muita coragem ou demasiada ousadia para escrever sobre os grupos académicos. Não estando eles nem acima nem abaixo de ninguém não percebo porque teriam de ser afastados das críticas ou dos elogios. E a polémica foi criada pelo artigo, não pelos grupos.
A verdade é que V.Excª discorreu sobre uma série de grupos que bem ou mal se apresentou perante a academia. E do âmago da sua verborreia retenho... nada. Não tento tido a oportunidade de estar presente, e após a leitura nada elucidativa do artigo de V.Excª fico a saber o mesmo que sabia antes. Não sei se os Jogralhos não tiveram piada porque tentaram contar anedotas (e falharam) ou leram um texto cujo conteúdo não era cómico. Não percebo se os microfones eram bons demais, ou se por outro lado o som não chegava em condições à audiência. Fico sem saber se o ritmo de leitura estava deslocado, se o timing das anedotas não foi o melhor ou se pura e simplesmente o texto não valia o papel onde foi impresso. Não sei se a Afonsina interpretou Zé Malhoa ou Mozart. Se as vozes estavam fracas ou os instrumentistas a dormir. Se na Azeituna o pandeireta era uma nódoa ou o bandeira atingiu alguém por acidente. Se acha a Gatuna simpática porque foi assediado por uma delas (Deus me livre e guarde de alguma das Gatunas acharem que isto é a sério) ou antipatiza com a Tunobebes porque recebeu um estalo quando tentava apalpar a solista. Se o TUM levou a cena "A Midnight Summer's Dream" ou declamou "Charneca em Flor" da Florbela Espanca. O Coro cantou "Avé Maria" de Schubert ou "Alibabá" das Doce. Como vê, após a leitura da sua brilhante peça fiquei como estava. Sem saber o que foi bom ou mau. Sei que tenho de parabenizar V.Excª por ter suportado estoicamente todo o espectáculo, pelo que soube a Afonsina foi a última a actuar e ter tido a capacidade de suportar tudo aquilo que descreveu só para no fim poder com justiça e conhecimento de causa criticar a terrível actuação merece desde já o meu aplauso.
Sei também, e corrija-me se estiver errado, que V.Excª do alto dos seus 23 anos, e com o LONGO e pessoal rol de experiências ligadas às artes, tem uma bagagem cultural ímpar que lhe fornece a autoridade moral de grupos com 18 anos de existência (Coro), 15 anos de existência (Jogralhos) ou os 14 anos da Azeituna só para citar alguns exemplos. Penso até que era fundamental disponibilizar esse seu dom aos ingénuos organizadores de eventos por esse país e mundo fora que continuam a cair na asneira de formalizar convites a estes grupos, cometendo na sua inocência o pecado capital de proporcionar a público que continua ano após ano a acorrer a esses eventos as "vergonhosas, repelentes, repugnantes..." actuações desses grupos. Pela minha parte estou disponível para me unir a si nessa justificada e necessária cruzada. Porventura o meu contributo seria ínfimo quando comparado com aquele que a clarividência e objectividade de V.Excª pode fornecer. Mas peço encarecidamente que o considere. Seria pelo menos enriquecedor para mim culturalmente privar com uma figura tão destacada no nosso meio cultural e artístico.
E para melhor o podermos fazer, deixe-me já aqui e à revelia dos restantes membros dos Jogralhos disponibilizar o acesso ao historial do Grupo, aos prémios e menções recebidas, aos recortes de imprensa coleccionados, à listagem de actuações realizadas, aos convites em carteira, aos três livros publicados. Com um bocadinho de persuasão, estou convencido que até conseguiríamos chegar à fala com mais membros do Grupo e ficar a conhecer as dificuldades que possam existir, os seus méritos e virtudes. Os seus sucessos e insucessos. As memórias boas e más. Depois, munidos destas munições, poderíamos de uma maneira muito mais efectiva iniciar a nossa cruzada. Penso até que se quisermos ser metódicos conseguiríamos o mesmo junto de todos os outros grupos desta academia. Não será fácil, mas com a sua eloquência e brilhantismo seremos capazes de aliciar membros por esses grupos fora, transformando-os em fontes de informação e engrossando assim as fileiras do nosso exército.
Deixe-me terminar com uma opinião. Na minha opinião o senhor produziu uma peça fraca, estruturalmente mal concebida e esteticamente má. Ainda na minha opinião o senhor não produziu uma crítica nem um artigo de opinião já que não se deu ao trabalho de fundamentar nada do que escreveu. Na minha opinião o senhor queria dominar os adjectivos, mas acabou por ser dominado por eles. Na minha opinião a peça revela somente um ressentimento muito grande para com grupos académicos e praxes. Na minha opinião o senhor foi injusto, vazio de conteúdos, parco em ideias e farto em ambiguidades. Na minha opinião o senhor deve ter chumbado em algumas das cadeiras mais importantes do seu curso. Na minha opinião, o senhor teve uma produção infeliz, egocêntrica e particularmente rancorosa.
Mas claro, isto é só a minha opinião. E isto de opiniões é como as... quem as tem tem-nas e quem as quer dar dá-las.
Desde já daqui endereço o meu convite para que V.Excª se junte ao jantar de aniversário dos Jogaralhos. Teríamos um prazer enorme em ter tão distinta companhia e aproveitaríamos para corrigir em 1ª mão o aspectos que V.Excª considerar falhas ou menos conseguidos da nossa actuação. Afinal a crítica eleva o artista..." por Luís Vieira
Por entre inúmeras injustiças, arrogância e agressividade apresentada, surge o seguinte:
"(...)Ah, Jograis: meninos, não têm piada, não merecem um microfone, quanto mais quatro.(...)"
Para ver o conteúdo completo da narrativa, clique aqui.
Coube (não o legume) ao nosso membro que possuiu o dicionário de adjectivos mais actualizado e também o único que consegue escrever sem utilizar os 'K' e os 'X' uma resposta em jeito de Carta Aberta, que diz o seguinte:
"Ora bem,
Meu caro Hugo Torres, teria V.Excª noção da polémica que iria gerar? Com certeza que no fim de escrever o texto, ao fazer a revisão, pôr as vírgulas e assentos e essas coisas que ultrapassam o comum dos mortais sem o vasto rol de experiência cultural e artística que V.Excª possui, teria de ter consciência que iria originar reacções intensas e apaixonadas. Apaixonadas porque provêm de pessoas que têm paixão pelas suas actividades.Intensas porque a paixão é muita.
Mas penso que me estou a adiantar um bocadinho. Não quero ser acusado de anonimato e por isso, além de ter assinado este comentário, permita-me que o informe que sou membro dos Jogralhos, Grupo de Jograis da Universitários do Minho. Aqui cometeu o seu 1º erro, ao não ser capaz de pelo menos pesquisar o assunto do seu artigo. Mas garanto-lhe que não lhe levo a mal a falta de profissionalismo. O meu longo e vasto rol de experiência literária (também pessoal porque li milhares de livros, e tenho uma biblioteca com mais de dois mil títulos) já me deu a oportunidade de ler coisas bem piores.
Li algures aqui nos comentários uma comparação entre V.Excª e Miguel Esteves Cardoso, e permita-me descansa-lo. Leio MEC desde os tempos do Independente, continuando pelos seus livros fora, e posso-lhe garantir que a sua escrita é completamente diferente. Miguel escreve de forma inteligente e inteligível. É uma leitura agradável, muitas vezes irónica, e construída de forma que o comum dos mortais consegue entender mesmo que por vezes nem todos absorvam o âmago da ideia. Pode V.Excª dormir descansado que a sua escrita não padece dos mesmos males. Sugiro até que faça um favor ao MEC e lhe envie o seu dicionário de adjectivos que presumo seja uma edição revista e aumentada da que ele possui.
Agora que as minhas apresentações estão feitas deixe-me pedir-lhe perdão pela minha escrita. A minha formação é na área de Engenharia e é portanto natural que não tenha o dom natural que V.Excª demonstra. Não serei portanto capaz da riqueza estética, da complexidade estrutural, da capacidade adjectival e do puro virtuosismo que emana das suas teclas. Com certeza que será capaz de me perdoar.
É comummente bradado aos céus e anunciado aos ventos que em Portugal foi instituída uma democracia em 25 de Abril de 1974. É afirmado com orgulho que todos temos o direito de expressar as nossas opiniões se medo de sermos censurados ou castigados. E apesar de este governo se vir a esforçar para que tal passe a ser uma inverdade, continua a ser a minha convicção profunda que essa é a maior das vitórias da revolução dos cravos. Consequentemente o artigo de V.Excª é bem vindo, tal como o são o blog daquela moça que publicou agora um livro (http://atuaamiga.blogs.sapo.pt/) ou aqueles moços com cabeça rapada que removeram com certeza parte do cérebro com o cabelo (http://nazione88.blogspot.com/2007/04/portugal-hammerskins.html).
E tal como esses, são bem vindos não porque seja de um profundo interesse filosófico ou de um conteúdo crucialmente importante. São bem vindos porque demonstram que de facto existe liberdade de expressão em Portugal. E isso sim merece um Deo Gratias da nossa parte. O reverso da medalha é que teremos de suportar os maus blogs, as ideias surrerais e os artigos de opinião disparatados. Na minha mais que modesta opinião é um preço mais que aceitável. Aliás, a liberdade de expressão não tem preço. Além disso, graças a ela podemos depois opinar sobre as opiniões e comentar os comentários.
Já aqui li que teve V.Excª a coragem ou ousadia de pegar num tema polémico. Não me parece que seja necessária muita coragem ou demasiada ousadia para escrever sobre os grupos académicos. Não estando eles nem acima nem abaixo de ninguém não percebo porque teriam de ser afastados das críticas ou dos elogios. E a polémica foi criada pelo artigo, não pelos grupos.
A verdade é que V.Excª discorreu sobre uma série de grupos que bem ou mal se apresentou perante a academia. E do âmago da sua verborreia retenho... nada. Não tento tido a oportunidade de estar presente, e após a leitura nada elucidativa do artigo de V.Excª fico a saber o mesmo que sabia antes. Não sei se os Jogralhos não tiveram piada porque tentaram contar anedotas (e falharam) ou leram um texto cujo conteúdo não era cómico. Não percebo se os microfones eram bons demais, ou se por outro lado o som não chegava em condições à audiência. Fico sem saber se o ritmo de leitura estava deslocado, se o timing das anedotas não foi o melhor ou se pura e simplesmente o texto não valia o papel onde foi impresso. Não sei se a Afonsina interpretou Zé Malhoa ou Mozart. Se as vozes estavam fracas ou os instrumentistas a dormir. Se na Azeituna o pandeireta era uma nódoa ou o bandeira atingiu alguém por acidente. Se acha a Gatuna simpática porque foi assediado por uma delas (Deus me livre e guarde de alguma das Gatunas acharem que isto é a sério) ou antipatiza com a Tunobebes porque recebeu um estalo quando tentava apalpar a solista. Se o TUM levou a cena "A Midnight Summer's Dream" ou declamou "Charneca em Flor" da Florbela Espanca. O Coro cantou "Avé Maria" de Schubert ou "Alibabá" das Doce. Como vê, após a leitura da sua brilhante peça fiquei como estava. Sem saber o que foi bom ou mau. Sei que tenho de parabenizar V.Excª por ter suportado estoicamente todo o espectáculo, pelo que soube a Afonsina foi a última a actuar e ter tido a capacidade de suportar tudo aquilo que descreveu só para no fim poder com justiça e conhecimento de causa criticar a terrível actuação merece desde já o meu aplauso.
Sei também, e corrija-me se estiver errado, que V.Excª do alto dos seus 23 anos, e com o LONGO e pessoal rol de experiências ligadas às artes, tem uma bagagem cultural ímpar que lhe fornece a autoridade moral de grupos com 18 anos de existência (Coro), 15 anos de existência (Jogralhos) ou os 14 anos da Azeituna só para citar alguns exemplos. Penso até que era fundamental disponibilizar esse seu dom aos ingénuos organizadores de eventos por esse país e mundo fora que continuam a cair na asneira de formalizar convites a estes grupos, cometendo na sua inocência o pecado capital de proporcionar a público que continua ano após ano a acorrer a esses eventos as "vergonhosas, repelentes, repugnantes..." actuações desses grupos. Pela minha parte estou disponível para me unir a si nessa justificada e necessária cruzada. Porventura o meu contributo seria ínfimo quando comparado com aquele que a clarividência e objectividade de V.Excª pode fornecer. Mas peço encarecidamente que o considere. Seria pelo menos enriquecedor para mim culturalmente privar com uma figura tão destacada no nosso meio cultural e artístico.
E para melhor o podermos fazer, deixe-me já aqui e à revelia dos restantes membros dos Jogralhos disponibilizar o acesso ao historial do Grupo, aos prémios e menções recebidas, aos recortes de imprensa coleccionados, à listagem de actuações realizadas, aos convites em carteira, aos três livros publicados. Com um bocadinho de persuasão, estou convencido que até conseguiríamos chegar à fala com mais membros do Grupo e ficar a conhecer as dificuldades que possam existir, os seus méritos e virtudes. Os seus sucessos e insucessos. As memórias boas e más. Depois, munidos destas munições, poderíamos de uma maneira muito mais efectiva iniciar a nossa cruzada. Penso até que se quisermos ser metódicos conseguiríamos o mesmo junto de todos os outros grupos desta academia. Não será fácil, mas com a sua eloquência e brilhantismo seremos capazes de aliciar membros por esses grupos fora, transformando-os em fontes de informação e engrossando assim as fileiras do nosso exército.
Deixe-me terminar com uma opinião. Na minha opinião o senhor produziu uma peça fraca, estruturalmente mal concebida e esteticamente má. Ainda na minha opinião o senhor não produziu uma crítica nem um artigo de opinião já que não se deu ao trabalho de fundamentar nada do que escreveu. Na minha opinião o senhor queria dominar os adjectivos, mas acabou por ser dominado por eles. Na minha opinião a peça revela somente um ressentimento muito grande para com grupos académicos e praxes. Na minha opinião o senhor foi injusto, vazio de conteúdos, parco em ideias e farto em ambiguidades. Na minha opinião o senhor deve ter chumbado em algumas das cadeiras mais importantes do seu curso. Na minha opinião, o senhor teve uma produção infeliz, egocêntrica e particularmente rancorosa.
Mas claro, isto é só a minha opinião. E isto de opiniões é como as... quem as tem tem-nas e quem as quer dar dá-las.
Desde já daqui endereço o meu convite para que V.Excª se junte ao jantar de aniversário dos Jogaralhos. Teríamos um prazer enorme em ter tão distinta companhia e aproveitaríamos para corrigir em 1ª mão o aspectos que V.Excª considerar falhas ou menos conseguidos da nossa actuação. Afinal a crítica eleva o artista..." por Luís Vieira
terça-feira, outubro 09, 2007
sábado, outubro 06, 2007
www.aaum.pt
quinta-feira, setembro 27, 2007
Encontrado...
Finalmente, graças à Nossa Senhora do Caravágio e ao Inspector Gadget do Grupo de Jograis (e a mais uma ou duas pessoas que ainda são decentes neste mundo), foi encontrado o prevaricador do acto de albarroamento do meu automóvel (desculpem estar a usar este blog em proveito próprio, mas custava mais criar um novo e torná-lo visivel em pouco tempo, algo que o Professor Jesualdo ainda não conseguiu fazer com o Ernesto Farías).
E então o indivíduo chama-se #EDCARLOS# (nome fictício para não provocar actos de retaliação) e trabalha na empresa #BBDOIS# (nome fictício para não chocar a comunidade). Se a coisa correr mal, serei obrigado a mencionar os nomes reais.
Entretanto, dado que estamos finalmente em fase de resolução amigável do caso, comprometo-me a retirar a última posta deste blog, caso tudo se resolva por bem. Caso contrário, mantenho a minha posição e insulto! :D
Abraços
Lucky Luke
E então o indivíduo chama-se #EDCARLOS# (nome fictício para não provocar actos de retaliação) e trabalha na empresa #BBDOIS# (nome fictício para não chocar a comunidade). Se a coisa correr mal, serei obrigado a mencionar os nomes reais.
Entretanto, dado que estamos finalmente em fase de resolução amigável do caso, comprometo-me a retirar a última posta deste blog, caso tudo se resolva por bem. Caso contrário, mantenho a minha posição e insulto! :D
Abraços
Lucky Luke
terça-feira, setembro 25, 2007
Procura-se!!
Procura-se o(s) responsável(eis) por um acidente, no dia 24 de Setembro de 2007, na rua atrás do B.A. em Braga, entre as 19 e a 01 da manhã.
Bateram num Ford Focus, que estava estacionado, fugindo em seguida, deixando avultados estragos e nenhum pedido de desculpas ou qualquer contacto.
Trata-se de uma atitude de lamentar, de alguém que não tem consciência do que é viver em sociedade.
Estou disposto a conversar no intuito de resolver da melhor maneira esta situação.
Muito agradecido.
(Em breve colocarei imagens)
Lucky Luke!
Bateram num Ford Focus, que estava estacionado, fugindo em seguida, deixando avultados estragos e nenhum pedido de desculpas ou qualquer contacto.
Trata-se de uma atitude de lamentar, de alguém que não tem consciência do que é viver em sociedade.
Estou disposto a conversar no intuito de resolver da melhor maneira esta situação.
Muito agradecido.
(Em breve colocarei imagens)
Lucky Luke!
terça-feira, setembro 18, 2007
segunda-feira, setembro 17, 2007
Novo Código Penal
Não sei se acordei a ouvir bem hoje. A notícia do dia é o novo Código Penal. Parece que segundo este "é possível a libertação daqueles que já foram condenados(...)". Parece-me um absurdo. Então prendem-se para depois os libertarem? Os entendidos na matéria que me expliquem p.f. que eu acho isto uma palermice pegada. Qualquer dia vale mais dizer ao juiz:"Xôtor, desculpe lá eu ter metido um balázio no gajo mas já posso ir embora pra caselas?"
quinta-feira, setembro 13, 2007
Campanha Publicitária Renovada

Toda a gente se lembra daquela campanha publicitária na qual o "mister" da selecção nacional participou. De um determinado banco.
Segundo fontes não muito fidedignas, irá ser re-lançada, mas com novo "guião"
Será algo do género:
"Aeromoça é hospedeira."
"Trem é comboio."
"Matraquilhos é pimbolim."
"Mas murro..."
"Murro é na cabeça!"
quinta-feira, agosto 23, 2007
Ainda sobre a tal Licenciatura...
Novo filme gravado no México
Vão começar as gravações no México do remake de um dos filmes mais conhecidos de sempre:
“E tudo o vento levou”…
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quarta-feira, julho 25, 2007
segunda-feira, julho 02, 2007
A Selecção nas Cataratas
Ontem quando vi a reportagem da selecção nas cataratas lembrei-me de uma coisa: aquela gente que mora lá perto deve ter sempre a sensação que o autoclismo está a encher...
domingo, julho 01, 2007
Piadas animalescas
Qual é o nome do animal que tem lepra?
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É o "caimão"... :D
Uma foto do verdadeiro caimão.
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É o "caimão"... :D
Uma foto do verdadeiro caimão.
terça-feira, junho 26, 2007
Joke
Duas amigas encontram-se no céu e uma pergunta para a outra:
- Como morreste?
- Congelada…
- Ai que horror!!! Deve ter sido horrível… como é morrer congelada?
- É péssimo… primeiro são os arrepios, depois as dores nos dedos das mãos e dos pés, tudo a congelar... mas, depois veio um sono muito forte. E depois perdi a consciência. E tu, como morreste?
- Eu? De ataque cardíaco. Eu estava desconfiada que o meu marido me traía. Um dia cheguei a casa mais cedo. Corri até ao quarto e ele estava na cama, calmamente a ver televisão. Desconfiada, corro até à cave, para ver se encontrava alguma mulher escondida, mas não encontrei ninguém. Corri até ao segundo andar, mas também não vi ninguém. Subi até ao sótão e ao subir as escadas, esbaforida, tive um ataque cardíaco e caí morta.
- Oh, que pena... se tivesses procurado na arca congeladora, estaríamos ambas vivas!
- Como morreste?
- Congelada…
- Ai que horror!!! Deve ter sido horrível… como é morrer congelada?
- É péssimo… primeiro são os arrepios, depois as dores nos dedos das mãos e dos pés, tudo a congelar... mas, depois veio um sono muito forte. E depois perdi a consciência. E tu, como morreste?
- Eu? De ataque cardíaco. Eu estava desconfiada que o meu marido me traía. Um dia cheguei a casa mais cedo. Corri até ao quarto e ele estava na cama, calmamente a ver televisão. Desconfiada, corro até à cave, para ver se encontrava alguma mulher escondida, mas não encontrei ninguém. Corri até ao segundo andar, mas também não vi ninguém. Subi até ao sótão e ao subir as escadas, esbaforida, tive um ataque cardíaco e caí morta.
- Oh, que pena... se tivesses procurado na arca congeladora, estaríamos ambas vivas!
sexta-feira, junho 15, 2007
Professor esfaqueado na UM
O acontecido na manhã de ontem é algo inédito e inacreditável e hoje o ambiente na UM era "de cortar à faca".
Não. Isso foi ontem, certo?
É caso para dizer que há pessoas que dão facadas no matrimónio e também há quem as dê na licenciatura.
Mas que fique sublinhado! O Grupo é contra este tipo de violência gratuita em que a vítima depois de esfaqueada vai pelo seu proprio pé para o hospital...
Senão vejamos: da fama de agressor o "Gago" já não se livra, e o proveito que obteve foi praticamente nulo.
Estaria o moço a esfaquea-lo e a falar ao mesmo tempo fazendo com que a energia necessária para um esfaqueamento sério e competente fosse desviada para as contracções vocais? Se for esse o caso, é possível subir-lhe um bocadito a avaliação...
De qualquer maneira, gajo que não sabe esfaquear um professor em condições quando numa situação priveligiada, não merece terminar nenhuma licenciatura em lado nenhum... É um fraco...
Segundo relatos no local, o rapaz só queria cortar na casaca do professor, será algo que irá ponderar para alegar em sua defesa.
Eles, professores, bem dizem que, com o processo de Bolonha, haverá "cortes" orçamentais na universidade. Nunca se pensou que chegassem à chefia de uma das escolas da universidade.
Mas a sorte de tudo isto pertence ao Governo. Sim, ao Governo.
Com a redução das verbas para o ensino superior e, devido a isso, o aumento do valor das propinas, não permite aos alunos a possibilidade de adquirir armas decentes, de fogo, e, como tal, os alunos tentam atingir os professores com facas enferrujadas numa tentativa de lhes provocar tétano. Um mal a longo prazo, pensam eles.
Antes do acontecido, o Professor era de direito. Depois, não ficou lá muito.
Isto é o que acontece quando se corta a torto e a DIREITO...
Sempre se disse que os professores universitários são donos e senhores do meio, mas com tudo isto apetece dizer que os professores já não têm a "faca e o queijo na mão".
Quanto muito a faca nas costas, nos braços, na face...
(produzido a partir de várias conversas) (e ninguém se cortou!) :D
Não. Isso foi ontem, certo?
É caso para dizer que há pessoas que dão facadas no matrimónio e também há quem as dê na licenciatura.
Mas que fique sublinhado! O Grupo é contra este tipo de violência gratuita em que a vítima depois de esfaqueada vai pelo seu proprio pé para o hospital...
Senão vejamos: da fama de agressor o "Gago" já não se livra, e o proveito que obteve foi praticamente nulo.
Estaria o moço a esfaquea-lo e a falar ao mesmo tempo fazendo com que a energia necessária para um esfaqueamento sério e competente fosse desviada para as contracções vocais? Se for esse o caso, é possível subir-lhe um bocadito a avaliação...
De qualquer maneira, gajo que não sabe esfaquear um professor em condições quando numa situação priveligiada, não merece terminar nenhuma licenciatura em lado nenhum... É um fraco...
Segundo relatos no local, o rapaz só queria cortar na casaca do professor, será algo que irá ponderar para alegar em sua defesa.
Eles, professores, bem dizem que, com o processo de Bolonha, haverá "cortes" orçamentais na universidade. Nunca se pensou que chegassem à chefia de uma das escolas da universidade.
Mas a sorte de tudo isto pertence ao Governo. Sim, ao Governo.
Com a redução das verbas para o ensino superior e, devido a isso, o aumento do valor das propinas, não permite aos alunos a possibilidade de adquirir armas decentes, de fogo, e, como tal, os alunos tentam atingir os professores com facas enferrujadas numa tentativa de lhes provocar tétano. Um mal a longo prazo, pensam eles.
Antes do acontecido, o Professor era de direito. Depois, não ficou lá muito.
Isto é o que acontece quando se corta a torto e a DIREITO...
Sempre se disse que os professores universitários são donos e senhores do meio, mas com tudo isto apetece dizer que os professores já não têm a "faca e o queijo na mão".
Quanto muito a faca nas costas, nos braços, na face...
(produzido a partir de várias conversas) (e ninguém se cortou!) :D
sexta-feira, junho 01, 2007
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